GOLPE MILITAR DEPÕE GOVERNO CONSTITUCIONAL

GOLPE MILITAR DEPÕE GOVERNO CONSTITUCIONAL

Na noite de 31 de março, o general Olímpio Mourão Filho, comandante da 4ª Divisão de Infantaria, sediada em Juiz de Fora (MG), manda sua tropa marchar em direção ao Rio, precipitando o golpe que vinha sendo articulado por generais, empresários e governadores de oposição ao governo Jango. No dia seguinte, as tropas que partiram do Rio para garantir a ordem confraternizaram-se com os rebeldes. O general golpista Arthur da Costa e Silva declarou-se titular do Ministério da Guerra (antigo nome do extinto Ministério do Exército), sem encontrar resistência por parte da oficialidade leal ao governo.

A sede da União Nacional dos Estudantes (UNE), onde se tentava articular a resistência ao golpe, foi incendiada com a conivência da polícia do governador da Guanabara, Carlos Lacerda, da UDN. Tropas reprimiram manifestações em defesa do governo no Rio, em Porto Alegre e em outras capitais.

No dia 2 de abril, sem apoio militar, Goulart saiu de Brasília e foi para o Rio Grande do Sul. A oposição consumou o golpe no Congresso, declarando vaga a Presidência da República, embora Goulart não tivesse renunciado ao cargo nem deixado o país. O presidente da Câmara dos Deputados, Ranieri Mazzilli, assumiu o lugar de Jango, subordinando-se a uma junta militar. A repressão foi generalizada e logo começaram as prisões em massa. Passados dois dias, Jango exilou-se no Uruguai.
#ditaduranuncamais

Celpa Equatorial procura Sindicato para propor mudanças a pretexto da pandemia

Nesta segunda-feira, 30, representantes da Celpa Equatorial procuraram a diretoria do Sindicato dos Urbanitários do Pará propondo uma videoconferência para tratar de propostas de mudanças a pretexto da pandemia do novo coronavírus.
A videoconferência aconteceu na tarde desta segunda-feira, 30, e teve duração de cerca de duas horas. A empresa apresentou propostas referentes à:
# Teletrabalho
# Banco de horas
# Férias
# Adiantamento do 13º salário
# Escala do COI (Centro de Operações Integradas)
Não houve acordo. Tivemos apenas o início de um debate sobre os pontos apresentados.
Ficou definido que a diretoria da Celpa Equatorial irá formalizar via um documento as propostas referentes aos pontos citados, para avaliação do Sindicato dos Urbanitários e dos Engenheiros.
Esse documento será encaminhado à entidade sindical nesta terça feira, 31 de março, para avaliação.
Voltaremos a conversar com a empresa na quinta-feira, 2/4, via videoconferência. Fique atento!

PLR 2019
A comissão da empresa que trata da PLR 2019 informou ao Sindicato dos Urbanitários do Pará, na mesma videoconferência realizada nesta segunda-feira, 30, que não vai realizar o pagamento da PLR 2019 na terça feira, 31, como acordado.
Segundo os interlocutores da empresa, a Celpa Equatorial vai deixar de pagar a PLR porque ainda não publicou o balanço financeiro de 2019. Nos foi informado que o pagamento será realizado até o dia 30 de abril.
O Sindicato dos Urbanitários não concorda e entende que está caracterizado um descumprimento de acordo, visto que a data limite para o pagamento é o dia 31 de março.
Consideramos um desrespeito comunicarem em cima da hora, a menos de 24hs, uma decisão unilateral da empresa, que prejudicará os trabalhadores e suas famílias. Vamos retomar a discussáo da PLR 2019 com a empresa nesta quinta-feira, 2.

Campanha “Milão não para” foi um erro, admite o prefeito de Milão

Campanha “Milão não para” foi um erro, admite o prefeito de Milão

“Erramos”: um mês após campanha para não parar, a região tem 4,8 mil mortos

Entrevistado para o programa “Che tempo che fa”, exibido na RAI, a principal emissora italiana, o prefeito de Milão, Giuseppe Sala, reconheceu, nesta quinta-feira (26/3), que errou ao apoiar a campanha “Milão não para”.

Lançada há exatamente um mês, a campanha estimulava os moradores da cidade a continuarem as atividades econômicas e sociais, mesmo com a pandemia do novo coronavírus.

No início da divulgação da hashtag na internet, em 26 de fevereiro, a Lombardia, região setentrional da Itália, tinha 258 pessoas infectadas pelo vírus, e o país inteiro contabilizava 12 mortes. “Muitos se referem àquele vídeo que circulava com o título #MilãoNãoPara. Eram 27 de fevereiro, o vídeo estava explodindo nas redes, e todos o divulgaram, inclusive eu. Certo ou errado? Provavelmente errado”, reconheceu Sala.

“Ninguém ainda havia entendido a capacidade do vírus, e aquele era o espírito. Trabalho sete dias por semana para fazer minha parte, e aceito as críticas”, afirmou.

Hoje, Milão é uma das três províncias da Itália mais atingidas pela Covid-19, registrando 6.922 casos de pessoas contaminadas. A Lombardia é a região da Itália mais atingida pela Covid-19, registrando 34.889 casos de pessoas contaminadas e 4.861 óbitos, de acordo com balanço da Defesa Civil divulgado nesta quinta-feira, 26 de março, representando 59,2% das mortes no país.

Parte dos gestores da Cosanpa descumprem decreto de enfrentamento do coronavírus

É lamentável que alguns gestores da Cosanpa ainda não tenham entendido a gravidade da pandemia mundial do COVID-19 (Coronavírus) que se alastra em todo o mundo, atacando sobretudo os idosos. O Sindicato dos Urbanitários do Pará vem recebendo inúmeras denúncias de que parte dos gestores da companhia vem descumprindo o decreto 609 de 16/03/2020, editado pelo governador Helder para o enfrentamento desse mal.
Em seu artigo 3º, o decreto determina que “Os titulares de órgãos e entidades da administração pública, direta e indireta, poderão ao seu critério autorizar a realização de trabalho remoto especialmente aos servidores e empregados públicos que tenham idade maior ou igual a 60 anos”. Conforme denúncias, os gestores não vem liberando os idosos do serviço, sob o argumento de que se tratam de serviços essenciais e por isso não teriam o direito de se afastarem do trabalho. A pergunta que não quer calar entre esses trabalhadores é: Se ocorrer o pior, esses gestores irão se responsabilizar por adoecimentos e óbitos?
O Sindicato dos Urbanitários irá tomar providências no sentido de forçar o cumprimento do decreto governamental e medidas judiciais, se for o caso, para garantir a saúde dos trabalhadores da Cosanpa, sobretudo dos que tenham mais de 60 anos, além dos que possuam doenças crônicas, cardiovasculares, respiratórias, câncer, grávidas e lactantes, pois neste momento o mais importante é defender a vida. Vamos à luta!