EQUATORIAL, RESPEITE OS TRABALHADORES, PAGUE A PLR 2019!

A EQUATORIAL mais uma vez adiará o repasse da Participação nos Lucros e Resultados (PLR), descumprindo assim o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), mediado pelos Sindicatos, nos estados de Alagoas, Maranhão, Pará e Piauí.
Nesse momento de pandemia pelo Coronavírus, onde há uma natural insegurança nos lares brasileiros, visto que uma onda de suspensões de contratos de trabalho vem dificultando a vida dos trabalhadores, assim como o próprio risco de infecção por Covid-19 com todos os efeitos colaterais materiais e subjetivos nas famílias, a Equatorial não demonstra a solidariedade necessária para tempos tão difíceis para seu corpo de funcionários.
Mesmo com, a partir do último balanço, receita trimestral de R$ 5 bilhões, de crescimento de mais de 78% na comparação anual, a empresa contingencia o pagamento da PLR baseada na MP 931 e na deliberação de instrução do Conselho de Valores Mobiliários (CVM), de caráter apenas permissivo quanto ao adiamento de balanço e assembleias por 60 dias, não podendo ser utilizado como brecha ou lacuna para descumprir resultado obtido através de ACT.
A decisão de adiar o repasse da PLR é imoral e vai na contramão das ações que colocam as vidas humanos acima da ganância cega pelo lucro, em todos os lugares do mundo exemplos de ações relacionadas a economia pública ou privada têm marchado no sentido de garantir condições matérias que gerem segurança para as pessoas. Num mundo de incertezas e medo, onde no caso dos trabalhadores aqui representados contam com o repasse da PLR, não pode a Equatorial agir de forma a contribuir para com o caos criado pela pandemia global.
Por isso e pelo respeito que se deve naturalmente aos trabalhadores, que contribuem cotidianamente para o crescimento da empresa, nós exigimos o imediato pagamento da PLR 2019!

#EquatorialPagueaPLR2019
O acordo firmado tratava de o pagamento a ser efetuado no dia 31 de março de 2020, agora, segundo ao que é acenado para os sindicatos, a empresa irá descumprir o resultado de uma negociação posterior que resultaria no pagamento da PLR para o dia 30 de abril.

Filas enormes para sacar R$ 600 na Caixa pode piorar problema de saúde pública

Filas enormes para sacar R$ 600 na Caixa pode piorar problema de saúde pública

Milhares de pessoas se aglomeraram em filas gigantescas em frente as agências da Caixa Econômica Federal em todo o país, nesta segunda-feira (27), dia que o banco começou a liberar o saque do Auxílio Emergencial de R$ 600,00 para trabalhadores e trabalhadoras informais e de baixa renda que não têm conta em banco.

Neste primeiro dia, podem retirar o benefício, aprovado pelo Congresso Nacional em março, para ser pago durante três meses, período de isolamento social para conter a disseminação do novo coronavírus (Covid-19) , os trabalhadores nascidos nos meses de janeiro e fevereiro.

Os trabalhadores também podem usar o aplicativo CAIXA Tem para pagar contas ou transferir o dinheiro, mas, no desespero ou por falta de informação, a maioria preferiu se arriscar e ir para a porta do banco, sem máscaras ou qualquer outro tipo de proteção, sem respeitar o distanciamento mínimo para não ser infectado. E nas filas tinham crianças de colo, homens, mulheres, idosos e jovens que esperam há mais de um mês a burocracia do governo de Jair Bolsonaro liberar o dinheiro para que consigam sobreviver com o mínimo de dignidade durante o isolamento social.

Confira nas imagens feitas pelo Sindicato dos Bancários do Pará, as filas que se formaram em frente a agência da Caixa em Santarém.

Quatro anos do golpe: a maior queda de renda em cem anos

Quatro anos do golpe: a maior queda de renda em cem anos

Cálculos do Instituto Brasileiro de Economia da FGV mostram que o PIB per capita pode recuar 4,1% em 2020

Quatro anos depois da Câmara dos Deputados aprovar o início do processo do impeachment de Dilma Rousseff, o que resultou numa guinada na política econômica e social de 180º, com o país mergulhando no neoliberalismo com a promessa de um novo mundo de emprego e renda melhores para todo mundo, a realidade mostra um cenário inverso. A renda caiu, a miséria cresceu e a saúde está estrangulada pela política de austeridade fiscal inaugurada por Michel Temer e aprofundada por Jair Bolsonaro.

O Brasil vive uma queda de renda sem precedentes em sua história nos últimos cem anos. O preço do Golpe de 2016 mostra sua face mais cruel. Segundo projeção do Instituto Brasileiro de Economia da FGV, o PIB per capita deve encerrar esta década com queda média anual de 0,6%. É o pior desempenho desde a primeira década do século 20. Cálculos do Ibre/FGV mostram que o PIB per capita deverá recuar 4,1% em 2020, para R$ 30.780, impactado pelas medidas de isolamento social. O valor será o menor PIB per capita desde 2007 (R$ 29.778).

Apontado como um dos países mais desiguais do mundo, o Brasil de Bolsonaro e de Paulo Guedes ainda viverá o aumento da miséria em 2020. O Banco Mundial estima que a pandemia vai lançar mais 5,4 milhões de brasileiros na extrema pobreza este ano. O percentual de miseráveis subirá a 7% da população, o maior patamar desde 2006. Se isso se confirmar, o número de pessoas vivendo com menos de US$ 1,90 por dia ou R$ 145 por mês no país aumentará de 9,3 milhões para 14,7 milhões até o fim do ano.

A queda na qualidade de vida da população e a ampliação da extrema-pobreza é resultado da política de arrocho e austeridade fiscal a qualquer custo da equipe econômica de Paulo Guedes, cuja falta de sensibilidade e aversão a pobres já eram um problema para o país antes da pandemia.

Desmonte da saúde pública

Na outra ponta, uma notícia revela que o atual cenário de dificuldades do sistema público de saúde poderia ser menos impactante, não fosse a ação corrosiva dos governos Bolsonaro e Temer. O Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) avalia que a recomposição do orçamento do SUS tornou-se uma necessidade urgente.

Um estudo do Inesc mostra que o Brasil está em dificuldades para enfrentar a atual pandemia por causa da política de austeridade fiscal. A aprovação da Emenda Constitucional 95, que fixou teto para despesas no país e congelou gastos por 20 anos, a partir de 2016, retirou dinheiro da área social.

Com o orçamento congelado por 20 anos, o prejuízo ao SUS pode ultrapassar R$ 400 bilhões. O valor investido por pessoa, que chegou a R$ 595 em 2014, passou a ser de R$ 555, em 2020. “O Brasil está visivelmente fragilizado para enfrentar os desafios trazidos pela pandemia”, constata Livi Gerbase, assessora política do Inesc.

O relatório “O Brasil com baixa imunidade – Balanço do Orçamento-Geral da União 2019”, divulgado nesta quinta-feira (23), mostra que o esforço fiscal da União resultou em cortes severos nas despesas discricionárias dos programas sociais do país. Só no período entre 2018 e 2019, após a saída de Dilma Rousseff, a queda nos gastos sociais chegou a 8,6%.

O instituto propõe a revogação do teto de gasto, a recomposição do orçamento do SUS – que perdeu R$ 12,5 bilhões nos últimos dois anos – e a aprovação em caráter de urgência do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização dos profissionais da Educação (Fundeb).

O documento é duro: “A opção política do atual governo federal de fragilizar o Estado, destruindo as suas estruturas e, consequentemente, subfinanciando-o, além de prendê-lo à armadilha do ajuste fiscal, leva a sua incompetência para dinamizar a economia e cumprir seu papel redistributivo e estabilizador”.

 

(Fonte: CUT Brasil)

Sindicato leva demandas dos trabalhadores e trabalhadoras à direção da Cosanpa

Nesta quarta-feira, 22, o comitê conjunto entre Sindicatos e Cosanpa teve sua segunda reunião, ocasião em que colocamos em pauta falhas no ponto de frequência, entre outros assuntos.
Dissemos à empresa que a folha de frequência de várias localidades divergiam da jornada de 12x36, acordada, principalmente na regional de Castanhal. A empresa ficou de corrigir o erro e substituir as folhas pelo novo horário,
Abordamos também a questão relacionada a contratações nas localidades, visto que, segundo levantamentos, há excesso de contratações.
Acerca do horário de trabalho, ficou definido que o será mantida a atual jornada de 8 às 14hs.
Na questão da jornada dos turnos ininterruptos, fomos informados de alguns problemas, como excesso de faltas e consequentes “dobradas de serviço”. Os representantes da Cosanpa nos informaram que está sendo feito um minucioso levantamento dessas “dobradas de serviço”, apurando cada caso. O resultado dessa apuração será apresentado à entidade sindical na próxima reunião.
Outro ponto tratado foi a urgência do pagamento dos direitos de trabalhadores que vieram a óbito. Cobramos a urgência de tais pagamentos, relatando os casos como de um trabalhador falecido há quatro meses, mas que a viúva ainda aguarda resposta. Noutro caso, a família deu entrada na solicitação de Auxílio-funeral, mas a empresa ainda não procedeu a liberação deste auxílio.

EPI - A pedido dos trabalhadores e trabalhadoras, levamos mais uma vez a demanda referente à falta de materiais de higienização e proteção. Segundo resposta dos interlocutores da Cosanpa, o material já foi entregue na Região Metropolitana, em todos os setores, e que estão enviando para as demais unidades localizadas nas regionais do interior do Estado.
Tratamos ainda sobre o caso de um companheiro de Santarém que necessita fazer exames médicos urgentes em Belém. Sobre esse Tratamento Fora do Domicílio, a representante da direção da empresa ficou de resolver o mais rápido possível.

Viseu - Tratamos também da situação dos trabalhadores e trabalhadoras do município de Viseu, onde tudo está funcionando em desconformidade com o Decreto do Governo do Estado. O escritório local está funcionando normalmente. Na equipe de Agenopes, quatro companheiros, que pertencem ao grupo de risco, estão trabalhando normalmente. A empresa ficou de cobrar da regional Castanhal e resolver o problema imediatamente. Vamos em frente!

Data-base 2020
Sobre a data-base 2020, que transcorre em 1 de maio, solicitamos ao presidente da empresa que de comum acordo assinássemos a prorrogação do início das negociações da data-base para 15 de maio, através do Termo de Compromisso. O presidente vai conversar com alguns diretores para nos dar retorno sobre a assinatura do Termo.

FIQUE EM CASA, SE SAIR USE MÁSCARA E MANTENHA O DISTANCIAMENTO DE SEGURANÇA