ATO PÚBLICO CONTRA DEMISSÕES, PRIVATIZAÇÃO E CONTRA O DESMONTE DO ESTADO NAÇÃO

ATO PÚBLICO CONTRA DEMISSÕES, PRIVATIZAÇÃO E CONTRA O DESMONTE DO ESTADO NAÇÃO

Desde o golpe sofrido pelo Brasil em 2016, o governo golpista (Temer) e o neoliberal/fascista Bolsonaro vêm promovendo um verdadeiro desmonte do País, privatizando o patrimônio público e vendendo as demais riquezas.
O que está posto é claramente uma disputa de classes. O atual governo é apoiado pela super elite (empresários), que defendem o Estado mínimo e o desmonte do Estado Nação. Essa concepção prejudicial ao trabalhador e ao povo brasileiro foi sentida no ano passado pela nossa categoria, quando a holding Eletrobras deixou claro que prepara suas subsidiárias para a privatização, entregando nosso patrimônio a empresas privadas, que visam somente o lucro.
O resultado mais prático do golpe e do governo neoliberal se traduziu em demissões nas empresas do grupo. No pará, foram 21 dispensas, atingindo cipeiros, vítimas de acidente e adoecimentos, além de sindicalistas. Não vamos aceitar esse ataque aos trabalhadores!
Nas reuniões realizadas pelo Sindicato dos Urbanitários em Belém e Tucuruí, decidimos pela realização de um ato público nesta quinta-feira, dia 20 de fevereiro, em Belém, no portão da Eletronorte, na avenida Perimetral (Guamá).
Vamos denunciar à população sobre os malefícios da privatização, processo que resultará em aumento de tarifa, demissão em massa e a precarização dos serviços. Sendo que em muitos municípios do Brasil, populações mais carentes ficarão sem luz elétrica, pois não terão acesso à energia.
Sem contar que a privatizar da Eletronorte e demais empresas significa tornar privados rios, lagos, cachoeiras e outras fontes de água, desasbastecendo quem precisa de água em abundância como é o caso dos pequenos agricultores, responsáveis por 70% da alimentação que o brasileiro coloca na mesa.
Por isso é fundamental que você participe do ato público desta quinta-feira. Defenda a Eletronorte como empresa publica, o patrimônio público e o seu emprego!
VAMOS À LUTA!

PCS: avaliações de desempenho começam no mês que vem

PCS: avaliações de desempenho começam no mês que vem

Conforme o PCS (Plano de Cargos e Salários) dos empregados e empregadas da Cosanpa, em janeiro de 2021 a empresa deverá proceder as promoções por desempenho.
Para que isso ocorra, faz-se necessária a realização de avaliações neste ano de 2020. São três avaliações:
1- Janeiro a março
2 - Abril a junho
3 - Julho a outubro
No mês de novembro, o comitê paritário, inclusive com a participação do Sindicato, a partir das avaliações, divulgará os resultados, cabendo recurso no prazo de 30 dias. Em dezembro o comitê divulgará o resultado final, para proceder as promoções no mês de janeiro.
No dia 14/2 a Cosanpa divulgou na intranet sobre o início do processo de avaliação, com a distribuição da ficha de avaliação em meio digital. As ficha de avaliação em papel serão enviadas aos trabalhadores lotados nos municípios do interior do Estado até o dia 5 de março, para avaliação no período de 10 a 31 de março.
As ficham devem ser devolvidas à empresa no período de 1 a 10 de abril, prazo improrrogável.
É importante que você guarde o comprovante de que você devolveu para a Cosanpa a sua fIcha de avaliação devidamente preenchida.
Então fique atento, procure a sua ficha de avaliação no seu local de trabalho, não perca os prazos para que em janeiro você seja contemplado com a promoção referente ao PCS.
O comitê paritário é composto por quatro representantes da Cosanpa, três integrantes do Sindicato dos Urbanitários e um, do Sindicato dos Engenheiros.

Cosanpa: paralisação terça e quarta-feiras

Cosanpa: paralisação terça e quarta-feiras

Na semana passada (12/2) realizamos paralisação de 24h. Hoje é o primeiro dia da paralisação de 48h na Cosanpa. Temos tudo para fazer um protesto forte e participativo. Amanhã, quarta-feira vamos dar continuidade ao movimento em busca do nosso acordo coletivo com os devidos avanços e conquistas.
No dia de ontem, a direção da Cosanpa não chamou o Sindicato dos Urbanitários para negociar as pendências da data-base 2019. Esperamos que o presidente da empresa nos chame hoje (18/2). Caso não haja negociação, vamos implementar a deliberação da categoria, que é parar por dois dias a Cosanpa e em breve planejar a evolução do movimento para quem sabe uma greve por tempo indeterminado.
Os trabalhadores e trabalhadoras estão unidos e mobilizados, bastante conscientes de necessidade da luta, afinal estamos falando de um acordo que está em negociação desde maio de 2019. A categoria aceitou jogar o fechamento do acordo para novembro de 2019, dando um tempo para a empresa ter condições de honrar o percentual da inflação, mas fomos tratados com descaso e não nos restou alternativa senão a paralisação.
Conforme divulgamos, a entidade sindical tomou todas as providências cabíveis para garantir a legalidade do movimento. Vamos à luta! Vamos cruzar os braços contra o descaso da empresa em relação às nossas reivindicações!

Paralisação de 48hs nesta terça e quarta-feiras, 18 e 19/2

Os trabalhadores e trabalhadoras da Cosanpa já se conscientizaram de que serão valorizados e respeitados parando a empresa. Por isso se uniram e realizaram forte paralisação no dia 12 de fevereiro.
Se a direção da Cosanpa não valoriza a mão de obra que tem, vamos parar mais uma vez esta semana mostrando que sem o trabalhador efetivo, não há serviço na rua, nem dentro da Cosanpa.
Sem RESPOSTA ao acordo, nos resta realizar a paralisação de 48hs nesta terça e quarta-feiras, dias 18 e 19 de fevereiro.
As contas e dívidas dos trabalhadores e trabalhadoras crescem a cada mês, abocanhando cada vez mais nossos salários.
Em contrapartida, temos o total descaso da direção da empresa onde labutamos todos os dias, descaso este que se traduz em um acordo que se arrasta desde o ano passado.

SÓ PROMESSAS
A solução foi prometida para o segundo semestre de 2019, quando a nova tarifa refletiria na arrecadação da Companhia. Veio o reajuste da tarifa, chegou novembro e nada. A pedido do Sindicato, aconteceu reunião em dezembro. Um acordo foi acertado em mesa. O presidente prometeu confirmar com o governador, mas já estamos quase no final de fevereiro e nada. Só promessas furadas.

COMISSIONADOS
Em contrapartida, assistimos a diretoria da Cosanpa continuar a contratar comissionados, pessoas indicadas politicamente, nomeadas para cargos em comissão ganhando salários muito acima da média dos efetivos.
O discurso de que a Cosanpa vai mal economicamente cai por terra diante de um gasto da empresa com os comissionados, folha que atende a cerca de 140 pessoas e consome aproximadamente R$ 800 mil por mês (sem falar nas demais vantagens). A conclusão é de que o presidente da empresa não está honrando sua palavra.
Chega de humilhação. Carregamos a empresa, damos o suor para dar continuidade ao serviço, muitas vezes desempenhado sem condições adequadas de trabalho.
Os empregados e empregadas da Cosanpa cansaram de ser desvalorizados. Na semana passada paramos um dia. Esta semana, serão dois dias e assim vamos seguir até conquistarmos aquilo que é justo, direito e devido aos trabalhadores e trabalhadoras. Vamos à luta. Juntos temos força e vamos buscar respeito e dignidade!

NEGOCIAÇÃO
No dia 13/2, o Sindicato enviou ofício à direção da Cosanpa solicitando reunião para negociar a manutenção dos serviços essenciais à população. Até o fechamento desta edição, na tarde do dia 14, a empresa não havia se manifestado sobre nosso ofício. Vale a ressalva de que nosso protesto é contra o descaso da direção da Cosanpa e não contra o consumidor.
AVISO À POPULAÇÃO
O Sindicato dos Urbanitários do Pará, cumprindo o que determina a lei de greve (Lei 7.783/89), no que se refere aos serviços essenciais, publicou no Amazônia Jornal, edição de 12/2, o AVISO À POPULAÇÃO sobre a paralisação de 48hs, a ocorrer nos dias 18 e 19/2.