A MULTA É CONTRA A CELPA E CONTRA QUEM ASSINOU O EDITAL

A comissão (que quer ser representante de trabalhadores), atendendo interesses da Celpa Equatorial, contrariou a decisão judicial e realizou ILEGALMENTE uma assembleia na sexta-feira, 7.
Conforme ação ajuizada pelo Sindicato dos Urbanitários do Pará, a juíza da 8ª VTB, do TRT, concedeu tutela antecipada e multa, se a empresa insistisse na ILEGALIDADE de realizar assembleia.
Por isso é possível que a Justiça aplique multa pelo descumprimento da decisão. CABE ESCLARECER QUE A MULTA ATINGE SOMENTE DUAS PESSOAS:
1 - CELPA EQUATORIAL
2 - QUEM ASSINOU O EDITAL DE CONVOCAÇÃO.
Portanto, NÃO É VERDADE QUE O SINDICATO ESTARIA MULTANDO OS TRABALHADORES E TRABALHADORAS.
Note mais uma mentira da empresa e SEUS PORTA-VOZES para jogar a categoria contra a entidade sindical. Abra o olho e veja quem está mentindo, quem quer lhe prejudicar!

Caso assembleia ilegal: prometeram e não cumpriram

Para buscar uma grande participação da categoria e “aprovar” a ínfima proposta de interesse da empresa, a comissão que realizou a assembleia ilegal, prometeu que em 48 horas, se aprovada a proposta, seriam restabelecidos os benefícios retirados pela Celpa Equatorial.
Estamos no sétimo dia da realização da assembleia ilegal e nada foi feito. Ou seja, os trabalhadores foram enganados.

Ação para restabelecer direitos está em curso

Os procedimentos jurídicos para restabelecer os nossos direitos estão em curso. O objetivo é restabelecer os direitos que Celpa Equatorial retirou unilateral e indevidamente dos trabalhadores e trabalhadoras, motivada pela vontade de punir a categoria, que rejeitou sua proposta no final de dezembro do ano passado.
A ação judicial, além de solicitar o devido restabelecimento dos direitos que são garantidos pelo acordo coletivo de trabalho, pede ainda que a empresa seja multada pelo descumprimento de sete cláusulas do acordo coletivo: piso salarial, vale-alimentação, vale-natalício, auxílio-creche, auxílio-matrícula, auxílio-funeral e adicional de quilometragem. A multa por descumprimento dessas cláusulas está prevista no acordo, na cláusula 47 e o valor da multa a ser pago pela Celpa Equatorial será revertido, conforme o ACT, em favor dos trabalhadores.

COSANPA: PARALISAÇÃO DE 24HS NESTA QUARTA-FEIRA, 12

COSANPA: PARALISAÇÃO DE 24HS NESTA QUARTA-FEIRA, 12

Pelo cumprimento do acordo firmado em dezembro de 2019, em mesa de negociação, entre Sindicato e direção da Cosanpa

Cumprindo deliberação dos trabalhadores e trabalhadoras da Cosanpa, temos paralisação de 24h nesta quarta-feira, dia 12 de fevereiro para pressionar a empresa a cumprir o acordo consensado em mesa de negociação em dezembro de 2019.
Esse acordo tem objetivo de zerar as perdas econômicas acumuladas na data-base 2019. A negociação iniciou-se em maio e, a pedido da empresa, ficou para ser concluída em novembro de 2019. Retomamos as discussões e, em dezembro, conseguimos uma proposta de consenso em mesa. O presidente se comprometeu em encaminhar ao governo do Estado para implementar o acordo, mas não o fez.
Na segunda-feira, dia 10 de fevereiro, quase dois meses depois da promessa de ter a liberação do governo, o presidente chamou a entidade sindical para uma reunião. Mas nada foi resolvido. O presidente empenhou sua palavra afirmando que realizaria nova reunião com o Sindicato na terça-feira, 11/2, mas não aconteceu.
Por isso não resta alternativa aos trabalhadores e trabalhadoras: PARALISAÇÃO de 24hs nesta quarta-feira, 12/2.
A paralisação foi decidida pela categoria em assembleias realizadas no dia 12/2, em Belém e regionais. Os trabalhadores e trabalhadoras estão indignados com o descaso da direção da Cosanpa em relação às perdas salariais e nas demais cláusulas econômicas, tanto que definiram que, se a empresa não achar solução para esta pendência, teremos nova paralisação na semana que vem, só que de 48hs, nos dias 18 e 19 de fevereiro.
Lembrando que ficou acertado, em dezembro de 2019, que a proposta seria encaminhada ao governo para confirmação da implementação do percentual de 5,07% sobre todas as cláusulas econômicas, zerando as perdas do período.