8M, Dia Internacional das Mulheres – Luta das Mulheres

8M, Dia Internacional das Mulheres – Luta das Mulheres

Você sabia?

Que 164 anos atrás, no dia 8 de março de 1857, em uma fábrica em Nova York, 130 trabalhadoras morrem carbonizadas, porque pararam suas atividades, como forma de protesto para redução de jornada de trabalho que na época chegava a 16 h por dia, e por melhores condições de trabalho e igualdade salarial?
Em 1975 a Organizações das Nações Unidas – ONU decretou como oficial o dia 8 de março, como Dia Internacional das Mulheres, simbolizando uma ação voltada ao combate das desigualdades e discriminação de gênero em todo mundo. Em nossos dias, a luta é pelo empoderamento das mulheres.
O Brasil está em quinto lugar no ranking mundial do feminicídio e no sétimo lugar em assassinatos de mulheres. Uma mulher é morta a cada sete horas, apenas por ser mulher, sendo a maioria de mulheres negras.
Uma mulher trans é assassinada a cada três dias; uma menina de 13 anos é estuprada a cada 15 minutos. Uma mulher sofre violência doméstica a cada 15 segundos.
A população brasileira é composta por 51,7% de mulheres. A taxa de desemprego de mulheres é 39,4% superior a dos homens. A diferença salarial entre homens brancos e mulheres negras chega a 159%, entre pessoas com nível universitário, 81% das vagas formais destruídas em 2020 eram ocupadas por mulheres. Mulheres são 65% das profissionais de saúde e quase 70% na educação no Brasil.
Mulheres são responsáveis pela renda familiar em quase 50% dos lares brasileiros. Das mulheres com filhos na creche 67% tinham trabalho remunerado. Mães chefiam 49% dos lares e 35% delas estão na informalidade, 23,7% das famílias chefiadas por mulheres pretas ou pardas se encontram na extrema pobreza.
50% das mulheres já sofreram assédio sexual e moral no ambiente de trabalho.
Mulheres ainda ganham 20% menos que homens, atuando na mesma função e cargo, e as mulheres negras ainda estão 50% mais suscetíveis ao desemprego.
Com a previdência de Bolsonaro, para ter 100% dos benefícios, a mulher precisa ter idade mínima de 62 anos e contribuição por 40 anos.

O BRASIL ESTÁ NA LATERNA NO RANKING, 9º LUGAR, DE PARIDADE POLÍTICA DE GÊNERO NA AMÉRICA LATINA.

As áreas mencionadas são empoderamento econômico; educação inclusiva e equitativa; saúde integral e inclusiva; enfrentamento a todas as formas de violência contra as mulheres; empoderamento político e representatividade; institucionalidade, orçamento e políticas públicas; e interseccionalidade de gênero, raça e etnia.

 

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